quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Kibon: Frases que inspiram nos palitos de seus picolés

São nove frases inspiradoras para tornar a experiência dos consumidores mais divertida.

As frases estão estampadas em 20 sabores da marca. Dentre elas: “dinheiro não compra felicidade, mas compra sorvete, que é quase a mesma coisa”, e “um sábado de sol para cada segunda chuvosa”.


Avianca e Turma da Mônica




A Avianca fechou parceria com Maurício de Sousa desde outubro de 2014.

De acordo com o feedback clientes aprovaram a parceria, a campanha completa tem assinatura da RAPP Brasil.











sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Whatsapp: Novidade


A novidade dos aplicativos atual é a certificação que as mensagens enviadas pelo app Whatsapp agora permite que se saiba se foi ou não visualizada.

Quando a mensagem é visualizada agora aparece na tela dois símbolos na tela na cor azul.

Acaba assim a dúvida quanto à visualização das mensagens pelo aplicativo e a ansiedade de muitos com toda certeza.

Abraços!

WMcCann e a lasanha da Seara



Deu muito o que falar a repercussão dos internautas que investigaram as origens do famoso chef de cozinha italiano Cesare Giaccone creditado no filme como “especialista em lasanha”.

A questão é que o chef não é de fato um especialista do prato e não utiliza lasanha em seu restaurante lasanhas como menu.

Infelizmente trata-se de um caso típico onde foi subestimada a inteligência do público-alvo.

Por mais que a agência tenha dito que a intenção foi a de mostrar ao público que até mesmo o renomado chef de cozinha aprova a qualidade da lasanha Seara, não caiu no gosto do consumidor a idéia transmitida.

Seguiu-se na internet uma série de avaliações do anúncio.

Amigos, a propaganda hoje em dia deve sempre considerar que as notícias voam e que há pesquisas dos detalhes apresentados.


Toscani e suas críticas




Ao participar de ação promocional de shoppings do Espírito Santo, fotógrafo italiano que ficou famoso pelas campanhas da Benetton diz que agências de publicidade “são organizações criminosas”

Leia Mais: http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2014/11/05/No-Brasil-Toscani-volta-a-criticar-a-publicidade.html#ixzz3IQ7aGxW7
Follow us: @meioemensagem on Twitter | Meioemensagem on Facebook

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Nivea lança campanha nos cinemas em 4D






Para promover sua nova linha de sabonete líquido e a sensação provocada nos consumidores, a Nivea desenvolveu dois filmes que serão exibidos simultaneamente nas salas de cinema 4D no Shopping JK, em São Paulo.
Os vídeos foram produzidos pela AgênciaClick Isobar e conta com dois modelos de óculos cromáticos para a visualização do filme. Os espectadores com óculos verdes verão o vídeo do “Banho Refrescante”, enquanto os que estiverem de óculos vermelho verão o vídeo “Banho Especial”.
Os anúncios estão sendo exibidos nos filmes “O Legado Bourne” e “Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros” e estará disponível até o dia 23 de setembro.


TV Programática e a Publicidade




















(*) Por Alexandra Bruell, do Advertising Age
A compra programática - processo de compra de mídia usando tecnologia automatizada - transformou a forma com a qual anunciantes, agências e empresas compram e vendem inventários digitais. A televisão é a próxima a passar por mudanças, segundo as previsões dos executivos de agências no painel "TV programática, a próxima grande fronteira da publicidade", apresentado durante a 11ª edição da Advertising Week, feira de publicidade que ocorre nesta semana em Nova York.

A compra programática representa até 5% da compra da televisão em 
2015, com crescimento esperado para os próximos anos. Isso está bem acima de apenas cerca de 1% que se poderia prever.
Dan Ackerman, VP de compra programática para TV da AOL, enfatizou que a compra para televisão e para digital são diferentes. A primeira não é necessariamente relacionada à automatização das transações, como acontece muitas vezes com o inventário digital. Em vez disso, é definida como a compra de inventários com base nos dados obtidos a partir da tecnologia programática.

Entre os palestrantes também estavam Kris Magel, diretor de investimentos da Interpublic, Doug Ray, presidente global da Carat, e Joseph Abruzzo, vice-presidente executivo da Havas. De acordo com Magel, a compra programática para TV já está presente na TV a cabo e por satélite local, embora ainda em seus primórdios, e os canais de televisão nacionais apenas agora estão se abrindo para o mercado. 

Segundo ele, alguns dos canais provavelmente não querem ser identificados, uma vez que se preocupam que o movimento seja entendido como a privatização da televisão.
Enquanto isso, os executivos que trabalham com TV programática têm peixes maiores para pescar: as estatísticas. A televisão precisa se desenvolver a partir das estatísticas tradicionais e demografia com base na idade para garantir impressões contra públicos específicos, concordaram os participantes.


"Os modelos ajudam a mostrar como as impressões digitais contribuem para o desempenho das vendas", disse Abruzzo. "Uma vez que você entende isso, poderá combinar as impressões [na TV]", acredita.

“Nós temos a capacidade de entender que um programa está entregando o público correto no CPM certo", disse Ray. “Não estamos negociando isso ou garantindo impressões contra esses tipos de público. Gostaria muito de ser a primeira agência, ou ter um cliente, negociados por metas de marketing", completa.
Para isso, é necessário que haja mais clareza em relação ao valor do inventário de baixa demanda, que muitas vezes se misturam com o de alta demanda, acrescentou. Uma melhor data e base de compra de público poderia mudar a demanda e o valor.

"Do ponto de vista da monetização, ele permite que canais a cabo e 
fornecedores de redes móveis conquistem mais rendimento do que inventário”, disse ele. "Isso nos permite não apenas reunir um monte de inventários e esperar que seja bom para os clientes, mas sim, ser capaz de negociar por um inventário específico que tenha valor para os clientes."

"Nós devemos ir em direção a uma multiplataforma, e usar estatísticas e dados da Nielsen para nos certificarmos de que estamos mensurando TV, digital e móvel com uma fonte que é mais precisa possível, através da tela, idade e gênero. Depois podemos focar nos clientes”, disse Magel.  


Tradução: Amanda Boucault


Fonte:Meio e Mensagem